Escuta do corpo e das imagens
O trabalho começa com atenção ao corpo — sensações, imagens, movimentos internos. Não é preciso ter narrativas prontas. O corpo já sabe o que a mente ainda está organizando.
Acesso às camadas transgeracionais
Por meio de técnicas de dramatização interna, imagem ativa e recursos simbólicos, acessamos memórias emocionais que podem ter origem em gerações anteriores — avós, bisavós, ancestrais que deixaram marcas no campo familiar.
Ressignificação e integração
O objetivo não é apagar o passado, mas transformar a relação com ele. Quando o que foi transmitido encontra espaço para ser visto e reconhecido, deixa de precisar se expressar como sintoma.
Movimento e retorno ao presente
Cada sessão tem um arco — entrada no processo, trabalho interno, retorno cuidadoso ao presente. O que foi acessado precisa ser ancorado para que possa ser integrado à vida cotidiana.